Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

A responsabilidade não é apenas dos jornalistas (mas também)

"A atenção mediática – que há tempos gastou horas e horas, também com repetições incessantes com os episódios que envolveram o Sporting, idem com as toupeiras ligadas ao Benfica ou com a perseguição de um fugitivo – não se interessou por aí além por um discurso cuja espessura de posicionamento superou muito a da rotina dos discursos."

 

Francisco Sena Santos escreveu um texto importantíssimo sobre o mediatismo dos assuntos de relevância jornalística e de como os jornalistas têm responsabilidade da informação que é circulada e como é circulada. 

 

Sinto-me cada vez mais puxada por aquilo que outros (e sabe-se lá com que intenções, porque continuamos a não ter a lista de jornalistas pagos pelo BES) consideram ser digno de notícia.

Os cabeçalhos de notícias que, na verdade não são mais que coscuvelhice, dominam os canais e somos nós que os alimentamos, cada vez que neles clicamos. 

 

Esta semana, vou ser intencional com a minha forma como respondo à agenda jornalística. Vou "dar" os meus cliques (porque leio mais do que vejo) às matérias que considero ser importantes, em vez daquelas que me captam a curiosidade. 

 

Primeira acçãoouvir o discurso (15 minutos) referido no texto, porque foi feito em nome dos portugueses e representa o nosso posicionamento em política externa.

Capturar.JPG

 

Procrastinar é morrer

Photo by nikko macaspac on Unsplash

 Foto de nikko macaspac - Unsplash

 

Por circunstâncias que agora não interessam nada, fiquei presa à casa.  

 

De imediato, fiquei assolada com os habituais sentimentos de angústia, de não poder tratar daquilo que tenho de tratar. 

De imediato, percebi que a minha ansiedade, pelo que não fiz, poderia não estar presente, se não tivesse procrastinado. 

 

As tarefas que antecipei, resultaram em momentos de alívio:

- duas tarefas laborais em que optei por anticipar e ser previdente;

- a compra de um presente (que até estava esquecido) e que irá substituir o que agora não posso ir comprar. 

 

Procrastinar, é adiar uma situação que pode convidar problemas futuros e ansiedade. E vergonha, por não ter feito melhor.

Os custos da procrastinação

1. 

Quase tive de pagar €25, por não ter feito uma entrega a tempo. Felizmente resolvi com um telefonema.

 

2.

€50 saídos de bolso, simplemente porque ignorei a Segurança Social (e a vozinha na minha cabeça que me dizia que deveria consultar a SS Directa, só para o caso de haver algum problema).

 

3. 

€100 mensais, por mais um ano, por não ter metido um papelito que me permitia reduzir uma despesa mensal. Felizmente, a boa vontade de uma funcionária permitiu corrigir a situação (de forma legal, garanto).

 

 

Resolvi duas situações porque deixei de adiar os problemas. Hoje confrontei-os e do outro lado da linha, encontrei pessoas compreensíveis e prestáveis, que também não queriam que eu fosse prejudicada.

 

Com a SS não me meto. Vou pagar e pronto.

 

Capturar.JPG