"A atenção mediática – que há tempos gastou horas e horas, também com repetições incessantes com os episódios que envolveram o Sporting, idem com as toupeiras ligadas ao Benfica ou com a perseguição de um fugitivo – não se interessou por aí além por um discurso cuja espessura de posicionamento superou muito a da rotina dos discursos."
Francisco Sena Santos escreveu um texto importantíssimo sobre o mediatismo dos assuntos de relevância jornalística e de como os jornalistas têm responsabilidade da informação que é circulada e como é circulada.
Sinto-me cada vez mais puxada por aquilo que outros (e sabe-se lá com que intenções, porque continuamos a não ter a lista de jornalistas pagos pelo BES) consideram ser digno de notícia.
Os cabeçalhos de notícias que, na verdade não são mais que coscuvelhice, dominam os canais e somos nós que os alimentamos, cada vez que neles clicamos.
Esta semana, vou ser intencional com a minha forma como respondo à agenda jornalística. Vou "dar" os meus cliques (porque leio mais do que vejo) às matérias que considero ser importantes, em vez daquelas que me captam a curiosidade.
Primeira acção: ouvir o discurso (15 minutos) referido no texto, porque foi feito em nome dos portugueses e representa o nosso posicionamento em política externa.
Quase tive de pagar €25, por não ter feito uma entrega a tempo. Felizmente resolvi com um telefonema.
2.
€50 saídos de bolso, simplemente porque ignorei a Segurança Social (e a vozinha na minha cabeça que me dizia que deveria consultar a SS Directa, só para o caso de haver algum problema).
3.
€100 mensais, por mais um ano, por não ter metido um papelito que me permitia reduzir uma despesa mensal. Felizmente, a boa vontade de uma funcionária permitiu corrigir a situação (de forma legal, garanto).
Resolvi duas situações porque deixei de adiar os problemas. Hoje confrontei-os e do outro lado da linha, encontrei pessoas compreensíveis e prestáveis, que também não queriam que eu fosse prejudicada.