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Destralhar

Plano B da Vida

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Plano B da Vida

Destralhar livros

Está meio mundo - a.k.a. redes sociais - a criticar a Marie Kondo por ousar dizer que os livros também são para destralhar, se não nos derem ALEGRIA

 

Ela ousou tocar no altar dos livros e os fanáticos saíram todos à rua: os livros não são suposto dar alegria, mas (inserir treta à escolha), os livros são sagrados, os livros são os nossos amigos... 

 

Caros/as amiguinhos/as,

a não ser que tenham uma edição que mereça especial protecção por razões históricas, ou uma herança familiar ou qualquer coisa do género, os livros são celulose encadernada. Se perderem um exemplar de uma obra, não faltarão livrarias, bibliotecas e alfarrabistas para resolver o problema. Podem valer mais ou menos, mas em última análise, o objecto que temos em casa é papel impresso.

 

Por isso, é claro que é um objecto como qualquer outro, a destralhar se for caso disso. Podemos romantizar a posse dos livros, mas na verdade, é mais uma justificação que damos a nós mesmos/as para manter algo.

 

Eu tenho plena consciência de que não preciso dos mais de 500 livros que tenho em casa (muitos deles ainda não lidos), ainda mais quando visito a biblioteca semanalmente e tenho dezenas de livros gratuitos no leitor digital (NetGalley). 

 

Na verdade, já considerei vender toda a minha biblioteca, mas acabei por perder a coragem. Eu gosto de livros, mas sei que eles são a minha tralha emocional. Mais cedo ou mais tarde, terei de lidar com isso. 

 

Acho extraordinário o que indigna as pessoas, nestes dias.

Destralhar o frigorífico e desperdício alimentar

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Decidi abordar este desafio, com a certeza de que não poderia interpretar as tarefas no sentido mais extenso, no sentido de destralhar TUDO, mas em que poderia destralhar ALGUMA COISA. Porque mesmo as pequenas tarefas incrementais trazem resultados. 

 

Uma das tarefas da semana era destralhar o frigorífico. Confesso que tinha pouco que destralhar, já que as minhas compras estão muito reduzidas a ingredientes (em vez de produtos processados) e esses frescos vão sendo consumidos imediatamente ou congelados.

 

Mas tinha 3 frascos que fui adiando destralhar:

- o resto de uma compota que cismei que já não me cheirava bem (é só um restinho, pelo que não vou arriscar)

- o resto de um molho para experimentar uma receita (demasiado forte para mim)

- um paté que me deram como presente mas que praticamente só provei (deveria ter dado a alguém)

 

Finalmente, um resto de açúcar de coco que fui poupando para ocasiões especiais (parva!!!) até cheirar fora de prazo.

Lençóis de inverno - quantos?

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Photo by Timothy Buck on Unsplash   

 

Antes de mais, que lindo este quarto, não acham?

Hoje estive a trocar a roupa de Verão pela de Outono, inclusive a roupa da cama. Olá, flanela! 

 

Coloquei a uso apenas 2 conjuntos de lençóis de flanela e 1 de tecido polar. Para mim, que seco a roupa no estendal (quando possível),  preciso sempre de dois conjuntos, porque dificilmente seca no mesmo dia.

O conjunto polar, é apenas para quando estiver MESMO muito frio. 

 

A flanela não é um tecido muito resistente quando sujeito a lavagens intensivas e quando alterno entre apenas dois jogos, necessariamente estou a intensificar o desgaste. 

Mas prefiro ir eliminando um de cada vez, do que ter décadas vários conjuntos.

 

Importa referir que em 15 anos - desde que comecei a viver sozinha - eu nunca comprei jogos de cama. Tenho os do "enxoval", apesar de nunca ter casado e depois tenho recebido alguns como presente.

 

Por isso, pelas minhas contas e enquanto viver, nunca terei de comprar lençóis.