Infelizmente, rapidamente percebi que o desafio com as suas tarefas diárias tão estanques, além da publicação dos resultados era demais para a fase da vida em que me encontrava. Decidi aligeirar a coisa e ir escolhendo as tarefas, independentemente do dia em que as cumpria.
Poderia não terminar nos primeiros lugares, mas estava determinada a chegar à meta.
Nos últimos dias do ano concluí as últimas tarefas e no dia 1 saí para uma caminhada (tarefa nº21) com um audio livro nos ouvidos (tarefa nº24).
E assim cheguei ao final do ano com a necessidade de reflectir, não só sobre as últimas tarefas (tarefa nº 30), mas também com a necessidade de avaliar as minhas prioridades (tarefa nº 27). Mas isso é o tópico de um próximo post.
Obrigada a todas/os pela constante motivação para continuar. Sinto que de outra forma, neste ano de 2018 que não me deixa quaisquer saudades, não teria conseguido.
Eu não uso maquilhagem há anos, se a memória não me falha. Mas gosto de ter alguns essenciais.
Porém, cheguei à conclusão que manter estes tipo de produtos durante anos, provavelmente resultará em que se estraguem, por isso resolvi destralhar tudo e doá-los a uma familiar que os usa regularmente.
Se acontecer (talvez daqui a anos) me apetecer usar maquilhagem, compro um ou outro essencial. Pelo menos, fico com a consciência limpa que não estou a desperdiçar o que tenho, deixando apodrecer no armário.
Não fotografei, mas também decidi doar um pacote de limas para unhas, por enxertar... há anos. Eu uso unhas cortadas rentes e uso um corta-unhas.
Caixa vazia
Num armário tinha uma caixa com extras de produtos de higiene, o meu stock. Arrumei tudo no armário da casa de banho e assim fiquei com mais uma caixa vazia e um espaço que precisava muito para arrumar outra coisa (depois explico).
- as fotos são bonitas mas vão aparecendo noutros locais;
- estava a perder demasiado tempo a ver outras áreas (não livrescas) das pessoas que seguia, porque preferem publicar "stories" que são publicados em lote, obrigando a ver várias coisas, para chegar aos conteúdos relacionados com livros (se houverem);
- depois de algum tempo, não senti que acrescentasse algo à minha vida, tornando-se mais num escape fácil para quando estava aborrecida;
- prefiro blogs.
Por isso, decidi terminar (em absoluto) o acesso à página, já que a aplicação já havia instalado há muito. Não só decidi como implementei obstáculos ao acesso fácil à página, colocando-a como página bloqueada.
Ainda hoje, precisei de usar o messenger para contactar com uma pessoa durante o dia, mas assim que a necessidade terminou, voltei a desistalar a aplicação.
Tenho descoberto que não gosto do acesso fácil. Quando realmente é importante, as pessoas utilizam outros meios e assim é filtrado muito do que me chegaria que é, por exclusão de partes, não importante ou até irrelevante.