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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

A responsabilidade não é apenas dos jornalistas (mas também)

"A atenção mediática – que há tempos gastou horas e horas, também com repetições incessantes com os episódios que envolveram o Sporting, idem com as toupeiras ligadas ao Benfica ou com a perseguição de um fugitivo – não se interessou por aí além por um discurso cuja espessura de posicionamento superou muito a da rotina dos discursos."

 

Francisco Sena Santos escreveu um texto importantíssimo sobre o mediatismo dos assuntos de relevância jornalística e de como os jornalistas têm responsabilidade da informação que é circulada e como é circulada. 

 

Sinto-me cada vez mais puxada por aquilo que outros (e sabe-se lá com que intenções, porque continuamos a não ter a lista de jornalistas pagos pelo BES) consideram ser digno de notícia.

Os cabeçalhos de notícias que, na verdade não são mais que coscuvelhice, dominam os canais e somos nós que os alimentamos, cada vez que neles clicamos. 

 

Esta semana, vou ser intencional com a minha forma como respondo à agenda jornalística. Vou "dar" os meus cliques (porque leio mais do que vejo) às matérias que considero ser importantes, em vez daquelas que me captam a curiosidade. 

 

Primeira acçãoouvir o discurso (15 minutos) referido no texto, porque foi feito em nome dos portugueses e representa o nosso posicionamento em política externa.

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