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Destralhar

Destralhar

27
Dez17

Gestão do tempo: 10 minutos

Hoje aproveitei a fila dos CTT para ler um pouco no telemóvel (Amazon Kindle app) o livro 10 Minute Time Management: The Stress-Free Guide to Getting Stuff Done, que na altura "comprei" a custo zero.

 

Recordo que há imensos ebooks na Amazon, que de vez em quando estão a custo zero e que podem ser lidos no computador, num tablet ou telemóvel.

Ainda não li sequer um quarto do livro e, para ser franca, não me vejo a fazer tarefas de 10 minutos, como é sugerido. Porém, começar o dia com 10 minutos, para planear o que tem de ser feito durante esse dia, parece-me uma boa premissa. 

Uma das coisas que achei importante foi que o autor reforçou que deveríamos limitar o período de planeamento aos 10 minutos, nem que para isso tivéssemos de recorrer a um cronómetro. Porque o objectivo final é fazer e não é planear.

Eu diria mais, tendo em conta os diferentes espaços e até identidades (profissional, gestora da casa, filha) que temos durante um dia, decidi fazer 3 blocos de 10 minutos por dia: um ao início do dia, outro na pausa de almoço e finalmente outro quando chego a casa.

Cada bloco de 10 minutos servirá, não só para estabelecer o que tem de ser feito, mas igualmente para rever o que foi feito.

 

Porquê no início do dia?

Por razões óbvias, é no início do dia que convém planear o que pode ser executado nesse dia e o que tem prazos para ser concluído nesse dia.

 

Porquê na pausa de almoço?

Por um lado, como forma de combater a procrastinação, caso haja tarefas que na manhã deveriam ter sido concluídas, ou outras que tenha de concluir até ao final do dia.

Mas o meu objectivo é incluir um momento para me relembrar de pequenas tarefas que podem ser feitas na hora de almoço, como ir à frutaria ou aos correios.

 

Porquê quando chego a casa?

 

Para me obrigar a rever como correu o dia, mas também para ser um ponto de cisão entre tarefas do trabalho, as que obrigatóriamente tenho de fazer em casa, mas também de não me esquecer de INTENCIONALMENTE incluir momentos de lazer.

E se chegar a casa e concluir que as minhas tarefas se resumem a: aquecer o jantar e ir para o quarto com o aquecedor ligado e um livro... melhor ainda.

 

10 minutos a contar:

- colocar louça suja na máquina;

- aquecer jantar; 

- verificar hora de consulta da manhã;

- fazer dois remendos de costura (operação destralhar o que não é meu);

- separar feltro para um projecto e guardar a caixa de materiais;

- apagão digital.

 

Só precisei de 4 minutos. 

06
Dez17

Teclas de atalho no Word

MICHAEL HYATT, um dos gurus da produtividade, não se cansa de dizer que não é fã do rato e que tem optado por teclas de atalho, sempre que possível. Para ele, o tempo que perdemos a recorrer ao rato, é desperdiçado.

 

Para mim, que acho que utilizo o computador com alguma facilidade, surpreende-me a quantidade de teclas de atalho que existem. A lista, só para o Word, é enorme.

 

Decidi começar com parte da lista, para me ambientar a algumas teclas de atalho que uso com mais frequência. 

 

teclas-001.jpg

 

Eu também utilizo inumeras opções na formatação, mas as teclas de atalho são tantas que me questiono se compensa o investimento em decorá-las.

 

Utilizam teclas de atalho?

 

 

29
Nov17

Mudar de atitude no local de trabalho

Baixe as suas expectativas; aumente o seu padrão.

 

Recentemente, depois de uma séria reflexão, decidi mudar de atitude, no que respeita ao meu progresso profissional.  

 

Decidi agir com mais confiança e ser mais pró-activa, até porque estava há muito a sentir que o meu superior hierárquico esperava isso de mim.

 

Isso revelou-se em momentos em que, por exemplo ele partia do princípio que eu respondia por ele em emails institucionais e eu limitava-se a dar-lhe a informação para que ele o fizesse. Chegou mesmo a acontecer que, perante um prazo, ele não não estava a enviar o email, partindo do princípio que eu o faria. E eu, frente do computador, ansiosa, por não receber uma cópia do envio, como habitual.

 

Mudei de atitude.

 

Comecei a decidir eu, e em vez de perguntar o que ELE queria fazer em cada assunto, sugeria as abordagens, com uma resumida explicação do porquê.

Resultado, comecei a receber respostas imediatas e telegráficas que se resumiam a "avance".

 

Essa será a minha nova atitude no local de trabalho: elevar os meus padrões em relação à profissional que eu devo ser, mas não criar expectativas, em relação ao reconhecimento que isso trará. 

 

Faço isto por mim.

24
Nov17

Numa relação de amor-ódio com as redes sociais

Social media bots threaten democracy. But we are not helpless

 

Que fique claro que eu adoro tecnologias, o maravilhoso mundo da internet e até redes sociais. O meu problema é como as utilizamos e como elas nos utilizam a nós.

 

A generalidade das percepções é que são ferramentas benevolentes, até inócuas. Afinal de contas, onde está o perigo em partilhar umas fotos com amigos?

 

Porém, até aí estamos a ser "geridos". O nosso mural não é apenas uma série de publicações, por ordem cronológica, do que publicam os nossos amigos ou páginas que seguimos. É uma síntese, criada por uma empresa, daquilo que eles acham que nós queremos ver e que, por isso, se transforma naquilo que efectivamente vemos. E é aí que entra a manipulação, nomeadamente em eleições, como vimos acontecer nos EUA.  

 

Bring together advances in neuroscience, the ability to analyze massive amounts of behavioral data and the proliferation of sensors and connectivity and you have a powerful recipe for affecting society though computational means.

 

 

Por outro lado, as ferramentas estão criadas para captar a nossa atenção CONSTANTEMENTE. Eu tenho de exercer um sistemático auto-controlo para não passar horas em diversas páginas (chamo a isso uma personalidade aditiva). 

 

E voltamos ao tópico inicial.

 

Há algum tempo, criei uma conta no Twitter, porque senti que era uma rede social mais voltada para os tópicos/notícias, em vez das pessoas. Era uma forma de me ligar ao mundo, de ser uma cidadã mais informada e (esperava eu) consciente.

 

Porém, há pouco tempo percebi que, apesar de encontrar utilizadores e conteúdos que melhoraram consideravelmente os meus conhecimentos sobre alguns tópicos, a generalidade era ruído. 

 

E o ruído que chega nem sempre é verdadeiro e íntegro. Sobre um tópico controverso, porque me interessava, procurei informações adicionais (TV e jornal) e formulei a minha opinião.

Dias depois, descubro que afinal havia informação adicional (a coisa não era bem assim) e que isso mudava a minha percepção inicial. Fiquei convencida que o objectivo era mesmo esse: ocultar informação que iria retirar sensacionalismo a notícia, gerar indignação.

Note-se que não publiquei nada sobre o tópico, mas sei que, mesmo que só mentalmente, fui a ovelha a seguir o rebanho do costume. Se tivesse publicado algo, teria até criado uma imagem de mim que é errada. E eu quero ser mais que isso.

 

Apaguei a minha conta. Se não contribui para melhorar a minha vida, é tralha.

 

Os meus mecanismos de defesa:

- na página pública de FB onde passo mais tempo, desactivei as mensagens, que levava a que muitas pessoas me contactassem para colocar dúvidas ou conversar; continuo a disponibilizar o email para isso, mas os contactos diminuíram consideravelmente; reduzi a sua utilização ao mínimo;

- não tenho apps de redes sociais instaladas no telemóvel; acedo apenas através dos navegadores de internet;

- combato o sentimento de exclusão/ necessidade de informação com podcasts informativos em que confio.

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