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Destralhar

Destralhar

18
Dez17

Destralhar 2018

Sentimentos de descontentamento

 

Ultimamente ando a sentir uma grande necessidade de destralhar a casa.

 

Os materiais de costura (especialmente os tecidos) continuam sem uso. As latas de tinta (das obras) estão a ocupar espaço no armário. Continuo a ter uma torre de arquivo, da anterior actividade profissional. 

 

Sem uma cómoda, a roupa está um caos, a precisar de triagem e organização. 

 

A última semana do ano será o meu prazo limite para terminar o projecto de fazer uma mesinha de cabeceira/estante em cartão. Caso contrário, todo o cartão irá para a reciclagem.

 

Pequenos sucessos

 

A uma semana do Natal, finalmente fiz alguns presentes caseiros para colegas de trabalho. 

 

Mas há dois que são projectos demorados e que, claramente não vou terminar. Há anos que comprei o material e todos os anos adio a execução, até ser demasiado tarde. 

 

Natal... que stress...

14
Dez17

Telemóveis nas escolas - um debate que tem de acontecer

Uma das notícias da semana é que a França irá implementar uma proibição de telemóveis nas escolas, em ambiente de aula e recreio, já a partir do próximo ano lectivo.

 

Antes de mais, a questão da legitimidade. É legítimo ao Estado interferir a este nível, na vida das pessoas? A minha resposta é sim, já que estamos a falar do espaço escola em que são permitidas regras de conduta pertinentes para o bom ambiente escolar.

 

Porém, acredito que muitas pessoas concordarão com a proibição dentro das aulas, mas não no recreio, especialmente pais que querem manter uma linha de comunicação com os/as seus/suas filhos/as.

 

UTILIZAÇÃO DE TELEMÓVEIS NA ESCOLA

 

Prós

- Em caso de emergência (ou até mal-estar/doença), as crianças podem contactar os pais directamente. Tendo em conta que as escolas públicas têm cortado os recursos escolares, no que respeita a funcionários presentes no recreio, esse argumento não é desprezível.

- Muitos pais utilizam o telemóvel para contactar as crianças directamente, para combinar deslocações à escola ou avisar quanto a atrasos (porque houve falta de professor e sai mais cedo, porque perdeu o autocarro e chega mais tarde). 

- Os smartphones potenciam a info-inclusão, nomeadamente quanto a ferramentas (por exemplo, a possibilidade de substituir uma máquina calculadora científica, em regra com pouco uso face ao seu custo), conteúdos e até acesso (há quem só tenha acesso à internet em locais públicos).

- A atractividade da tecnologia pode ser utilizada como uma forma de motivar estudantes. Num mundo crescentemente tecnológico, não se pode ignorar o valor educacional dos telemóveis.

 

 

Contra

- É impossível de contestar que o telemóvel em ambiente de aula é uma distracção para os alunos, que os utilizam para as redes sociais e jogos.

- Segurança - O cérebro dos adolescentes funciona diferentemente do dos adultos, no que respeita à gestão dos riscos. A idade potencia o risco, até como forma de aprendizagem e os riscos que um telemóvel potencia (sexting, marcação de encontros, anonimato, bullying) são agravados.

- Já existem estudos que apontam para comportamentos aditivos que são propiciados pela tecnologia. 

- Nem todas as famílias têm capacidade financeira para dar um telemóvel com valor educacional aos filhos. Os professores não podem utilizar ferramentas escolares a que parte da população estudantil não consegue ter acesso.

- A massificação de câmaras com capacidades de partilha, tem levado à utilização ilícita a diversos níveis: crianças/jovens que são fotografadas/os e/ou filmadas/os sem a sua autorização, crianças/jovens que têm a sua imagem partilhada em páginas públicas sem o consentimento dos seus pais; utilização de imagens ilícitas para chantagear crianças/jovens a adoptar comportamentos de risco....

- Estudos começam a emergir com indícios de que a utilização das novas tecnologias afectam negativamente o desenvolvimento psicológico/emocional das crianças/jovens: os relacionamentos à distância não têm o mesmo impacto (há coisas que não diriam cara-a-cara; não é possível ler emoções num ecrã, como acontece num rosto; o ecrã cria uma falsa sensação de segurança; os riscos do anonimato). Li sobre um estudo interessantíssimo sobre como os adolescentes tinham pior hálito, e que isso se devia simplesmente ao afastamento social criado pelos telemóveis - como está tudo a olhar para um ecrã, não há a partilha de verdades brutais como: chega para lá, que tens mau hálito.

14
Dez17

Gratidão 13.12.2017

Transportes públicos

Passei o dia a reclamar dos transportes públicos que utilizei. No final do dia, uma amiga liga-me ao princípio da noite porque estava presa no trânsito há cerca de 1 hora. 

 

Pão de abóbora com nozes

O Aldi tem um pãozinho fantástico que me recomendaram recentemente. Estive 10 minutos à espera que saísse.

 

Má pizza

Com o pão comprei uma pizza. Má no sentido de "pacote" e "caiu-me mal". Mas foi uma boa lembrança para me manter longe de comida processada. Fazer pizza em casa tem de ser a minha regra.

 

Presentes perfeitos

A sensação de ter encontrado o presente perfeito, para alguém especial.

06
Dez17

Gratidão 06.12.2017

Trânsito

Hoje houve um acidente que cortou o trânsito de forma caótica. Grata por estar na faixa de sentido contrário (apesar de ter demorado mais 45 minutos)

 

Podcasts

Grata por ter um telemóvel velho carregado de episódios de podcasts, para manhãs de trânsito infernal.

 

Saúde

Vi hoje uma pessoa, que deveria ter a minha idade, a mover-se com imensa dificuldade, suportado por duas canadianas. Era óbvio que não se tratava de trauma, mas doença.

Senti-me grata pela minha saúde.

 

Generosidade

Hoje duas pessoas foram incrivelmente generosas comigo. 

 

CTT

O posto dos CTT estava apinhado. Grata por ter margem para poder vir embora e optar por enviar noutro dia.

06
Dez17

Os custos da procrastinação

1. 

Quase tive de pagar €25, por não ter feito uma entrega a tempo. Felizmente resolvi com um telefonema.

 

2.

€50 saídos de bolso, simplemente porque ignorei a Segurança Social (e a vozinha na minha cabeça que me dizia que deveria consultar a SS Directa, só para o caso de haver algum problema).

 

3. 

€100 mensais, por mais um ano, por não ter metido um papelito que me permitia reduzir uma despesa mensal. Felizmente, a boa vontade de uma funcionária permitiu corrigir a situação (de forma legal, garanto).

 

 

Resolvi duas situações porque deixei de adiar os problemas. Hoje confrontei-os e do outro lado da linha, encontrei pessoas compreensíveis e prestáveis, que também não queriam que eu fosse prejudicada.

 

Com a SS não me meto. Vou pagar e pronto.

 

Capturar.JPG

 

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