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Destralhar

Destralhar

Fim das férias

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Terminei as férias a lamentar-me (para os meus botões, porque sou a única que já não está em férias): que o tempo voou, que não fiz nada que mereça registo... 

 

Mas depois de reflectir tenho de concluir que isso não é verdade.

 

Eu não fiz nada, excepto...

... estar deitada no sofá a ver filmes, séries e jogos olímpicos, isto enquanto comia gelados e me resguardava de um calor abrasador e do cheiro a terra queimada (pobres daqueles que tiveram de viver estes horríveis incêndios);

... alguns projectos de costura (o meu DIY preferido, do momento);

... ler imenso. 

 

Considerando que o meu objectivo para estas férias era NADA FAZER, posso concluir que este foi atingido.

 

Perder tudo

Não consegui dormir. Pelas 4h00 ainda estava acordada, a lutar contra o calor. Temperatura do quarto: 28ºC. 

Levanto-me às 7h50 e penso se terei água nas torneiras (o fogo atingiu a ETAR que abastece o grande Porto e poderá haver cortes e racionamento). Penso em comprar garrafões de água para um corte em horário em que os supermercados estejam fechados.  

 

Ligo a televisão e vejo em directo uma casa a ser consumida pelas chamas, a escassos metros de outras. Nem bombeiros há no local. O desespero dos locais é evidente. 

Capturar (1).JPG

E de repente, a minha noite de insónia, torna-se algo de insignificante e fico a pensar em quantas pessoas ficaram acordadas esta noite, no desespero destes incêndios. 

Plano de vida - Wild

Não sou grande fã de histórias do género - fiz uma viagem e mudei de vida.

Não sei se é pela mensagem - para mudar (e atingir a felicidade) é preciso um evento drástico, uma viagem, mudar de emprego, etc... - ou simplesmente inveja de não fazer o mesmo. Talvez seja um pouco de ambos.

Mas de vez em quando volto a Wild, o livro/filme de Cheryl Strayed, que retrata a sua viagem no PCT. Para quem não sabe, o PCT é um percurso pedestre que atravessa os EUA, do México ao Canadá.

 

Um dos meus maiores arrependimentos é não ter sido mais corajosa, na minha juventude e nunca ter embarcado numa grande aventura.

Hoje, sinto falta de memórias que nunca tive.

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