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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

E ainda faltam tantas...

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Já enchi o primeiro saco com papel que tem de ser destruído. Para isso, apenas me ocorre pedir emprestada uma máquina destruidora de papel e vou passar dias nisso.

 

Tenho ainda dois sacos com papel que pode ser reciclado (sem informações) e plásticos das encadernações. 

 

Agora que comecei, mal posso esperar, para retirar tudo isto de casa.

Destralhar os resquícios de uma vida profissional

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Samuel Zeller

 

Tenho 17 caixas de arquivo que sobreviveram à minha anterior actividade profissional. Porque incluiam dados de clientes, fui adiando a sua destruição. Passados 10 anos, continuam cá em casa. 

 

Nunca consegui ultrapassar o receio de destruir os arquivos, por isso mantive-os todos. O receio paralizou-me.

 

Porque continuo com receio de destruir alguns documentos, decidi começar por digitalizar algumas coisas (tenho uma máquina com alimentação automática) e destruir outras. 

 

Vou começar por destralhar aquilo que me sinto mais confortável em destruir, mesmo que isso implique uma nova ronda de destralhe. 

 

Acredito que o restante se seguirá, com mais tranquilidade. Por vezes, é necessário escolhermos as batalhas.

Encontrar paz no acto de cortar as unhas

 

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Mona Eendra

 

O único tratamento que dou às minhas unhas é mantê-las limpas e cortadas (rasas). Quanto maior a "parte branca" das unhas, maior o meu desconforto com o seu tamanho. 

 

Ontem à noite estava muito "desconfortável", a ansiedade cresceu à medida que se aproximava o final do dia (o novo dia de trabalho) e quando chegou a hora de me deitar, estava uma pilha de nervos, já a antecipar mais uma noite de insónia.

O trabalho está a acumular-se e sinto que não estou a gerir bem o meu tempo. As unhas acabaram por se tornar um sinal de tudo que estava mal no meu dia (vida?). 

 

Sentei-me na cama com uma toalha e um corta-unhas e cortei as unhas das mãos e dos pés. Usei hidratante (algo que deveria fazer diariamente e não faço) e todos esses actos de auto-cuidado tiveram o dom de me acalmar.

 

Com frequência me esqueço da importância de pequenos actos de cuidado pessoal: parar para beber um copo de água ou uma bebida quente, parar para comer uma maçã, parar para tomar um duche, parar para cortar as unhas... parar para respirar fundo.

 

Talvez esse seja o segredo para mais paz de espírito: cuidar mais de nós.