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Destralhar

Plano B da Vida

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Abolição da mudança da hora para 2021

O Parlamento Europeu aprovou a abolição da mudança da hora para 2021. Se tiver o aval do Conselho da UE, caberá aos países decidir se desejam manter a hora de verão ou de inverno.

 

É muito importante que não nos deixemos levar pela cambada de políticos interessados em alinhar horários com Bruxelas, para sua conveniência.

 

A decisão entre horário de verão e de inverno terá um impacto considerável nos nossos dias e até na nossa saúde. 

 

Este artigo do Público resume a questão muito bem:

Em Portugal, ficar sempre no actual horário de Inverno significaria que o sol no Verão nasceria perto das 5h e no Inverno anoiteceria perto das 17h. Já a permanência no horário de Verão (UTC+1) implicaria um amanhecer tardio, chegando tal a acontecer por volta das 9h em alguns meses.

(...)

E, para a neurologista especialista do sono Teresa Paiva, a “hora sensata” deveria ser sempre a de Inverno (UTC), por ser aquela que considera ter “menos impacto para a saúde pública”. A especialista justificou que muitas das causas de morte em Portugal estão relacionadas com o sono e que “a falta de luz é uma terrível doença”, razão pela qual “se deve apanhar luz de manhã e não ao final da tarde”.

 

Estudos científicas e até uma experiência nos anos 90 demonstrou que escolher o horário de verão levará a um desfasamento de 2,50 horas em relação ao tempo solar. Levará a que novos e velhos entrem nas escolas e nos trabalhos ainda de noite.

 

Sobre essa altura em que muitos acordavam de noite ainda, circula por estes dias um artigo do OAL publicado em Março de 2006 pelo investigador Pedro Afonso que destaca a perturbação na época. “Provocava perturbações nos hábitos de sono, favorecia o consumo de medicamentos soporíferos e estimulantes, acarretava dificuldades de concentração nas aulas, e induzia alterações nos ritmos circulatórios”, lê-se no artigo.

 

Em suma, vamos ter de estar muito atentas/os, para que não tornem as nossas vidas ainda mais difíceis.

Reduzir e reutilizar

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Esta pequena "peça" já foi o meu "tabuleiro de bijuteria". Fiz com um pouco de feltro que já tinha e meia dúzia de pontos.

 

Agora que fui progressivamente destralhando a bijuteria, deixou de ter propósito. Seria mais um objecto a destralhar, se o tivesse comprado.

 

Por isso é tão importante reduzir e reutilizar, em vez de comprar objectos para organização.

 

Descosidos os pontos, volta à forma de tecido que pode ser utilizado noutro projecto. Zero desperdício e zero impacto ambiental.

Organizar tendo em conta a limpeza

Quando li o livro da Marie Kondo, houve uma coisa que retive e que tenho tentado implementar: organizar a cozinha em função da limpeza, em vez da utilização.

 

Para mim, isto faz imenso sentido, porque eu detesto limpar. E prefiro tirar/colocar coisas dos armários que tê-las à mão e depois ter de as limpar de pó e/ou gordura.

 

Na verdade já havia começado esse processo, antes de ler o livro:

- eliminando um volumoso cutelo de facas e depois de uma tentativa falhada de manter um suporte magnético (como o vapor, as colas/massas desprendiam-se) e passei-as para a gaveta;

- eliminando o suporte de rolo de papel (que raramente uso).

 

Esta semana, avancei mais um pouco:

 

Saleiro

Eliminei o saleiro (que já tinha a camada vítrica da cerâmica a descascar) e substituí por um pequeno frasco que está no armário dos óleos e especiarias. 

O resto do sal está no armário das mercearias num frasco grande que reutilizei.

Ambos os recipientes podem ir à máquina para lavar e foram custo zero.

 

Escorredor da louça

Porque tenho máquina, raramente o utilizo. Arrumei-o debaixo da banca.

É muito volumoso mas não quero aumentar a minha pegada ambiental ao comprar um novo e mais compacto. O que tenho será usado enquanto durar.

 

Planos futuros:

Planeio furar a lateral do móvel do frigorífico (madeira) para colocar uns pequenos ganchos onde posso pousar as 2 tábuas de madeira.

 

É muito mais fácil limpar a banca sem nada em cima. É passar um pano, em vez de tirar 5 coisas para poder passar o pano.

 

Por isso, esta é uma estratégia em que acompanho a Marie Kondo.