Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

As bolas de ping pong

Destralhe físico

Destralhei uma panela eléctrica de fazer arroz e acabou-se a ginástica para arrumar as coisas nessa prateleira.

Destralhei dois candeeiros que nem eram meus, para casa de uma amiga.

Destralhei um leitor de mp3, que foi o meu companheiro de muitos anos. Deu-me gozo ter encontrado alguém que realmente desejava um. 

Troquei um livro usado (que comprei numa loja solidária), por umas calças para mim.

Troquei outro livro, por um livro para uma das minhas sobrinhas.

Doei dois cestos de roupa desmontáveis, a uma loja solidária, depois de verificar que eles os utilizavam para separar roupa. 

Decidi render-me aos grupos de trocas no FB. A minha primeira experiência correu bem. 

 

 

13.03.2018

Voltei a despejar o cérebro para o papel. Peguei num resto de caderno e escrevo com uma caneta verde, que dificilmente seria útil, de outro modo. 

 

14.03.2018

Acordei já depois das 8h00 porque a noite foi horrível. Tudo a saltar na cabeça, como múltiplas bolas de ping pong a baterem nas extremidades do cérebro e a colidirem entre si.

 

15/03/2018

Estou determinada a destralhar algumas colecções. Não as consigo vender no OLX, mas sei que poderia estar a fazer mais, nesse departamento. Vai ser o meu foco até ao final do mês.

A busca da felicidade

O tempo parece desaparecer em meio à busca da felicidade, mas apenas quando visto como objetivo que exige perseguição contínua. Esta descoberta acrescenta profundidade ao crescente corpo de trabalho sugerindo que a busca da felicidade pode enfraquecer ironicamente o bem-estar.

 

Ao contrário de outros objetivos, perseguir a felicidade raramente leva a alcançar a felicidade (Schooler, Ariely, & Loewenstein, 2003). Em vez disso, buscar a felicidade com mais frequência, ironicamente, diminui a felicidade, fazendo com que um ato anterior de busca da felicidade induzisse o comportamento contínuo dedicado ao mesmo objetivo (ou seja, atos de busca da felicidade). Como essa espiral de busca de felicidade pode formar a própria experiência? Nós propomos que o processo único de perseguir a felicidade como um objetivo mantém as pessoas envolvidas em um estado de recursos limitados enquanto buscam a felicidade. Especificamente, porque a busca de objetivos (isto é, felicidade) requer um investimento de tempo, e porque a felicidade é um objetivo que muitas vezes nunca é plenamente realizado, a busca da felicidade deve fazer com que as pessoas antecipem a necessidade de dedicar mais e mais tempo para a busca contínua de felicidade e, como resultado, sentir como se tivessem cada vez menos tempo disponível para eles no presente.

 

Vanishing time in the pursuit of happiness 

 

Resumindo, não podemos deixar que as tarefas conduzentes a atingir objectivos, não se tornem a única vida que vivemos.