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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

Bons hábitos são mais fáceis de recuperar

Há esperança. Há uns dias a Susana R. lamentava-se que passou de uma situação excelente para outra de desleixo e isso pesava-lhe. Não faltaram vozes a identificarem-se com a situação. 

Conseguimos com tanto esforço implementar bons hábitos e num instante tudo volta ao caos: roupa por dobrar em cima da tábua do ferro, louça lavada por arrumar na sala, sala por aspirar depois de um lanche de domingo, louça por lavar na banca, sacos para a reciclagem há dois dias na cozinha. Sim, estou a falar de mim.

Sim, são 21:28 quando escrevo este post, em plena violação do apagão digital.

 

Mas há esperança. Uma das coisas que descobri depois do desafio Operação Destralhar é que mais fácil manter algo que aprender a fazê-lo. Mais, que depois de ver a ordem, é mais difícil conciliar-me com a desordem.

 

Por isso, depois do jantar decidi que não iria adiar mais um dia as tarefas:

- varri a casa (por alto) e aspirei a sala;

- arrumei a louça que usei no lanche no respectivo armário;

- outra louça lavada foi arrumada no seu lugar;

- arrumei os sacos para a reciclagem e coloquei-os junto à porta (amanhã saem de casa comigo);

- arrumei pequenos objectos espalhados pela casa;

- arrumei os bancos e cadeiras no seu lugar;

- arrumei a caneca suja do lanche na máquina da louça.

 

Pequenas tarefas que transformaram o caos em ordem e a ansiedade em paz.

 

Entretanto, aproveitei as visitas para destralhar um cesto em verga, a caixa dos DVD (que ainda não tinha seguido para a dona) e uma almofada decorativa que destralhei à força da casa dos meus pais.