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Destralhar

Plano B da Vida

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Outubro, onde foste?

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Como já estamos em Novembro?

Parece-me que Outubro voou.

O mês de limpezas em Outubro foi um misto de desastre completo e conclusões interessantes. Pôr-me a fazer um desafio destes no meio de obras em 3 divisões da casa, foi idiotice. 

 

Porém, também foi um abrir de olhos para algumas coisas:

1.

Experimentar métodos e hábitos de outras pessoas é interessante, e até pode fazer com que encontremos a resposta ideal para nós, mas em última análise, o caminho a percorrer é nosso.

2.

A vida dificilmente é organizada e planeável. Há que saber ajustar as expectativas para algo realista.

3.

Continuo a sentir que, o não conseguir cumprir objectivos (como o deste objectivo) está mais relacionado com falta de disciplina, que qualquer outra coisa.

4.

Destralhar as superfícies e a banca da cozinha, em 5 minutos no final do dia, faz mais pela arrumação da minha casa, que qualquer outro hábito.

Nexo de causalidade entre as minhas enxaquecas e a qualidade de sono

Tenho andado a fazer uma série de asneiras, nomeadamente no que respeita a deitar-me a horas. Eu preciso de 8 horas de sono e não adianta tentar recuperar no dia seguinte porque já vou estar com dores de cabeça.

 

Antes, a medicação e uma noite de sono eram suficientes para aplacar a besta. Actualmente, passo blocos de dias, a medicar-me de 8 em 8 horas, sem ter melhorias. 

 

Assim, estou novamente a obrigar-me ao meu plano de apagão digital, pelas 21h00 e cama pelas 22h00. Mais tardar às 23h00, as luzes têm de estar apagadas porque me estou a levantar às 07h00. 

 

E sim, não é dejá vu. Eu já escrevi isto e mais que uma vez. Por esse motivo voltarei ao registo "A regra do Seinfield", que em 2014 tinha este aspecto:

Lamento informar (para quem só chegou agora e pensava que isto era um blog de uma guru do destralhar) que só irei mudar as horas. 

 

Mas a verdade é esta: dormir a horas, é o meu hábito-chave. É este hábito que mais impacto tem no meu dia-a-dia e até na minha saúde física e mental.

 

Por isso, esforços redobrados para o implementar.

Em espaços pequenos, todos os cantos são importantes

É incrível a diferença que eliminar uma estante de 60*40 faz na minha sala. 

 

O panorama é mais ou menos este. O sofá-cama (do qual já me arrependi) domina o espaço, tornando a tarefa de abrir a mesa da sala para acomodar 6 pessoas, quase impossível. 

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Se uma pessoa se sentar, fica à justa e tem de se levantar, cada vez que alguém da outra ponta quiser sair. As que ficam do lado do sofá, só saem de lado, ou têm de passar por cima do braço, se quiser dar mais espaço a quem ficou junto à janela.
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Eliminando a estante, a diferença pode não parecer muita, mas é suficiente para que a pessoas possam passar, sem obrigar toda a gente a levantar-se.

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E é desta forma, que finalmente fica resolvido na minha cabeça: a estante tem de ir. 

 

Quando junto a pequenada em casa, não cabemos todas na mesa da cozinha para lanchar, por isso, este espaço a ser reclamado para os lanches, é muito importante para mim.