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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

Projecto nº 7/52 - Reduzir a minha colecção de livros e revistas

No que respeita a revistas, sinto que consegui muito:

 

1 - Deixei de comprar dezenas de revistas relacionadas com hobbies. Cheguei à conclusão que passava mais tempo a ler que a executar. 

 

2 - As revistas que mais falta me têm feito são as literárias, mas tenho colmatado isso com requisições na biblioteca municipal.

 

3 - Passei a deixar revistas para salas de espera de hospitais.

 

4 - Reduzi revistas ao conteúdo que desejava manter (por exemplo, compro sempre as revistas com vales de desconto, mas rasgo os vales, recorto uma ou outra receita interessante e o resto vai para reciclar)

 

Mas esta semana, o que realmente me deixou muito feliz foi ter sido pró-activa. Contactei uma instituição e pedi para cancelarem o envio das revistas que, na verdade, eu nunca leio.

 

A melhor forma de destralhar é evitar a entrada da tralha. 

Projecto nº 7/52 - Reduzir a minha colecção de livros e revistas

O projecto desta semana é reduzir o número de revistas e livros. 

 

Há algum tempo que tenho feito esforços neste sentido, nomeadamente:

 

livros técnicos (uns 200)

revistas de culinária dissecadas, doadas

livros de culinária doados ou trocados

revistas literárias e de fotografia

troquei vários livros no WinkingBooks, optando por escolher livros de crianças para doar

também troquei livros no troca-se

doei livros diversos a duas instituições

levando revistas que comprei para salas de espera em hospitais

 

 

O problema dos livros não lidos 

 

 

Decidi ler o que tenho nas estantes e, para mim, não irei comprar um único livro em 2016. Mais, decidi "atacar" os meus livros não lidos da seguinte forma:

  • 2016 será um ano só de escritoras; 

  • 2017 será um ano só de literatura portuguesa ou publicada originalmente em português.

O meu objectivo para 2016 é que, pelo menos metade dos livros que leia, sejam da minha estante. Os restantes serão da biblioteca.

 

O que irei fazer com os livros lidos, dependerá do livro. Este Natal pedi a pessoas próximas (que pediram a informação) que me dessem livros usados, como presente. Essa proximidade, permitiu-me dizer-lhes que não gastassem muito dinheiro com cada um, pois queria ficar com a possibilidade de os trocar, se não gostasse deles.

 

Ainda a fazer: reavaliar os livros de culinária que ainda tenho, um livro de bricolagem e os livros infantis.

 

No que respeita a revistas:

 

Quase não tenho revistas, excepto uma colecção de costura com moldes (que irei conservar).

 

Ainda a fazer: resta-me uma colecção de revistas de ponto de cruz, que desejo avaliar e umas de bricolagem para destralhar (tenho de fotografar e colocar no site das trocas).

Declaração de missão pessoal - O "eu"

Esta semana tem sido de reflexão pessoal, despoletada pelo projecto de criar uma declaração de missão.

 

Se calhar são os 40 anos que têm obrigado a um balanço pessoal, ou então de não gostar de me ver reflectida em algumas das perguntas do exercício.

Por outro lado, em muitos aspectos também concluí que naquilo que verdadeiramente importa, eu sou a pessoa que desejava ser.

Posso não ter a carreira que idealizei, ou ser uma profissional ao nível que almejei, ter a estabilidade financeira que imaginei ter nesta idade, ou os filhos, mas sei que sou honesta e vista, como tal, por todos que me conhecem, que sou reputadamente uma pessoa solidária, sei que as minhas sobrinhas correm para mim quando me vêem e que a minha mãe sabe que cuido/cuidarei dela na doença. 

Este não tem sido um exercício fácil. Tem sido algo agridoce, mas julgo-o necessário. 

 

Decidi que mais que uma declaração de missão pessoal, eu deveria fazer uma espécie de Plano de Vida (nome pomposo), inspirada no podcast do Michael Hyatt, que não difere muito dos passos que já havia indicado para a declaração de missão. 

 

Mas antes de verdadeiramente começar o meu Plano de Vida, decidi começar por uma avaliação pessoal:

- em que é que sou boa?

- o que gosto verdadeiramente?

 

Penso que são questões essenciais para o percurso que é fazer/ter um Plano de Vida. 

 

Por exemplo, eu sei que sou uma mobilizadora de pessoas; junto pessoas e gosto desses ajuntamentos. Por outro lado, sou uma introvertida, preferindo sempre estar em minha casa sozinha. Na verdade, preciso desse silêncio para recarregar baterias. Estranha combinação, não é? 

Mas saber isso de mim, é importante para a minha felicidade pessoal. Preciso obrigar-me a estar com pessoas, porque fico sempre feliz com esses dias e quero ter uma relação próxima e profunda com essas pessoas, por outro lado, preciso dos intervalos de paz entre eventos. 

 

Decidi fazer deste projecto um diário pessoal, um caderno para onde despejar ideias (destralhar a mente). Algumas são capazes de acabar aqui, até porque me obriguei a fazer um post de 15 em 15 dias para publicar os meus progressos - é o meu instrumento de auto-responsabilização. 

 

Este será um projecto que irá prolongar-se muito para além de uma semana. 

 

Como diria o outro: Conhece-te a ti mesma!