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Destralhar

Plano B da Vida

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Destralhados e como vender colecções

Destralhados

- 3 acessórios de cozinha

- stock de brinquedos

- 1 livro infantil

- 1 par de botas (vendidas)

- 2 tinteiros vazios (vendidos)

 

Esta semana concluí que pouco tenho feito para destralhar as minhas colecções. Em relação a algumas, há uma forte componente de apego emocional e que não querer perder o elo com o passado destas coisas. Idealmente, seria para deixar aos elementos mais jovens da família. Porém, sei que isso não é mais que impor a outros algo que é meu.

 

Vender colecções tem especificidades às quais tenho de dar resposta, isso sei. Mas tenho pouco conhecimento do mercado, por isso vou fazer alguns testes:

- dividir a colecção por temáticas e tentar vender por grupos (por exemplo, grupo de calendários de desporto, de animais, de meios de transportes....);

- procurar nichos de mercados (por exemplo, onde se vendem mais determinadas cadernetas de cromos); e

- procurar mercados internacionais (é os coleccionadores portugueses já tenham o que eu tenho, mas poderei vender junto de compradores estrangeiros que não terão tido acesso facilitado a colecções portuguesas).

 

Se tiverem alguma dica para mim, agradeço.

 

 

O Natal também é...

Pegar no stock de brinquedos e doá-los a uma instituição. 

Pegar num caixote que foi abandonado junto ao papelão (por desmontar) e metê-lo no carro para dar um idoso, que o vende para incrementar os parcos rendimentos.

Pegar em duas sandálias de marca, de criança, que apesar do bom estado, foram deixadas junto a um caixote do lixo e lavá-las para doá-las a uma instituição.

Deixar um pacote de lenços de papel numa casa de banho pública, onde não há papel higiénico.

Doar uma peça de um equipamento, que entretanto avariou, a um completo estranho que tenha esse equipamento.

Pegar numa garrafa de água vazia, deixada num carrinho de compras e levá-la para o contentor (aproveitar para recolher a tampinha).

Comprar a uma institução de solidariedade social (falo de usados, não de marketing social, que não apoio).

Comprar usados a particulares (destralhando as suas casas e dando-lhes um rendimento extra).

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