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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

Pináculo do consumismo #1

A ideia é excelente e já a utilizo há vários anos.

 

Eu tenho sempre uma taça ou uma tijela,  onde vou recolhendo o lixo de estar a cozinhar: cascas e afins. Não gosto de estar sempre a abrir o caixote do lixo e naturalmente não vou estar em cima dele a descascar uma batata.

 

Ter algo para recolher o lixo na cozinha é uma forma de facilitar, em muito a limpeza. No fundo é limpar à medida que se vai sujando.

 

Ora, qual não é a minha surpresa quando ouço, num podcast literário, sobre a venda de produtos em livrarias que não são livros, como - pasmem - taças para recolha do lixo de uma autora de livros de culinária.  

 

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É o Rachael Ray Tools Garbage Bowl (plástico) e custa, na Amazon, cerca de 15 dólares (cerca de 13 euros).

Sobre a casa dos lisboetas e não só

Recomendo vivamente este artigo do jornal Público acerca de um estudo que foi feito, em vários países, sobre o ambiente familiar. O estudo é bastante revelador de vários aspectos da nossa vida privada e deveria ser motivo para reflexão:

 

68% dos inquiridos, durante o tempo passado em casa, preferem conversar online do que com as pessoas que estão à sua volta 

 

quatro em cada dez lisboetas irem às redes sociais quando acordam durante a noite 

 

60% dos inquiridos passam menos de seis horas em casa acordados

 

29% consideram que mais espaços privados iriam melhorar o seu bem-estar, enquanto 28% privilegiam o espaço social

 

Um quarto (27%) dos lisboetas admitem ficar irritados com a desarrumação

 

a desarrumação, que é mesmo o motivo para que três em cada dez discutam semanalmente por nunca saberem onde estão as suas coisas

 

Apenas 33% dos lisboetas conhecem todos os objectos que têm em casa

 

Não é muito difícil identificarmo-nos com alguns destes pontos.