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Destralhar

Plano B da Vida

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Decorar a agenda e adiar tarefas

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Já referi algumas coisas que o meu sistema para agendar eventos e tarefas é o do "bullet journal". Para mim, que tenho mais tarefas que eventos com data marcada, acaba por ser mais fácil e evita desperdiçar papel. 

Porém, não há sistema que consiga concluir as tarefas sozinho. Na verdade, os sistemas implementam-se para nos ajudar, mas não chega e não pode ser a tarefa por si só. 

Aqui a moda ainda não chegou, mas nos EUA, ter uma agenda/planner pode tornar-se rapidamente um passatempo e um sorvedouro de dinheiro, dada a quantidade e planners e acessórios. Há comunidades de embelezadores de agendas. 

Eu tenho uma péssima caligrafia e não sei pintar ou desenhar, por isso as minhas agendas nunca têm um aspecto muito bonito. 

Mas o meu problema não é o aspecto, mas a falta de utilização que lhes dou: anoto tarefas, mas depois esqueço-me delas porque não tenho a agenda aberta e não vou revendo o que precisava fazer.  

 

Outra vantagem do "bullet journal" é a necessidade de reescrever tarefas adiadas - isso obriga-nos a repensar nelas e a reflectir sobre esse adiamento. 

 

E é aqui que entra o embelezamento. 

Decidi começar a testar esta estratégia do embonecar a agenda. Será que serei mais eficiente se dedicar algum tempo na decoração da mesma? 

O facto de escrever mais, passar cinco minutos do almoço a desenhar uma moldura qualquer ou um sol para anotar o tempo que faz, abri-la mais, traduzir-se-à numa maior utilização da agenda ou será apenas mais uma forma de procrastinar e ocupar tempo que deveria ser dedicado a concluir tarefas?

 

Costumam utilizar agendas ou planners? Decoram-nos?

Projecto nº 7/52 - Reduzir a minha colecção de livros e revistas

O projecto desta semana é reduzir o número de revistas e livros. 

 

Há algum tempo que tenho feito esforços neste sentido, nomeadamente:

 

livros técnicos (uns 200)

revistas de culinária dissecadas, doadas

livros de culinária doados ou trocados

revistas literárias e de fotografia

troquei vários livros no WinkingBooks, optando por escolher livros de crianças para doar

também troquei livros no troca-se

doei livros diversos a duas instituições

levando revistas que comprei para salas de espera em hospitais

 

 

O problema dos livros não lidos 

 

 

Decidi ler o que tenho nas estantes e, para mim, não irei comprar um único livro em 2016. Mais, decidi "atacar" os meus livros não lidos da seguinte forma:

  • 2016 será um ano só de escritoras; 

  • 2017 será um ano só de literatura portuguesa ou publicada originalmente em português.

O meu objectivo para 2016 é que, pelo menos metade dos livros que leia, sejam da minha estante. Os restantes serão da biblioteca.

 

O que irei fazer com os livros lidos, dependerá do livro. Este Natal pedi a pessoas próximas (que pediram a informação) que me dessem livros usados, como presente. Essa proximidade, permitiu-me dizer-lhes que não gastassem muito dinheiro com cada um, pois queria ficar com a possibilidade de os trocar, se não gostasse deles.

 

Ainda a fazer: reavaliar os livros de culinária que ainda tenho, um livro de bricolagem e os livros infantis.

 

No que respeita a revistas:

 

Quase não tenho revistas, excepto uma colecção de costura com moldes (que irei conservar).

 

Ainda a fazer: resta-me uma colecção de revistas de ponto de cruz, que desejo avaliar e umas de bricolagem para destralhar (tenho de fotografar e colocar no site das trocas).