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Destralhar

Plano B da Vida

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Plano B da Vida

Declaração de missão pessoal - O "eu"

Esta semana tem sido de reflexão pessoal, despoletada pelo projecto de criar uma declaração de missão.

 

Se calhar são os 40 anos que têm obrigado a um balanço pessoal, ou então de não gostar de me ver reflectida em algumas das perguntas do exercício.

Por outro lado, em muitos aspectos também concluí que naquilo que verdadeiramente importa, eu sou a pessoa que desejava ser.

Posso não ter a carreira que idealizei, ou ser uma profissional ao nível que almejei, ter a estabilidade financeira que imaginei ter nesta idade, ou os filhos, mas sei que sou honesta e vista, como tal, por todos que me conhecem, que sou reputadamente uma pessoa solidária, sei que as minhas sobrinhas correm para mim quando me vêem e que a minha mãe sabe que cuido/cuidarei dela na doença. 

Este não tem sido um exercício fácil. Tem sido algo agridoce, mas julgo-o necessário. 

 

Decidi que mais que uma declaração de missão pessoal, eu deveria fazer uma espécie de Plano de Vida (nome pomposo), inspirada no podcast do Michael Hyatt, que não difere muito dos passos que já havia indicado para a declaração de missão. 

 

Mas antes de verdadeiramente começar o meu Plano de Vida, decidi começar por uma avaliação pessoal:

- em que é que sou boa?

- o que gosto verdadeiramente?

 

Penso que são questões essenciais para o percurso que é fazer/ter um Plano de Vida. 

 

Por exemplo, eu sei que sou uma mobilizadora de pessoas; junto pessoas e gosto desses ajuntamentos. Por outro lado, sou uma introvertida, preferindo sempre estar em minha casa sozinha. Na verdade, preciso desse silêncio para recarregar baterias. Estranha combinação, não é? 

Mas saber isso de mim, é importante para a minha felicidade pessoal. Preciso obrigar-me a estar com pessoas, porque fico sempre feliz com esses dias e quero ter uma relação próxima e profunda com essas pessoas, por outro lado, preciso dos intervalos de paz entre eventos. 

 

Decidi fazer deste projecto um diário pessoal, um caderno para onde despejar ideias (destralhar a mente). Algumas são capazes de acabar aqui, até porque me obriguei a fazer um post de 15 em 15 dias para publicar os meus progressos - é o meu instrumento de auto-responsabilização. 

 

Este será um projecto que irá prolongar-se muito para além de uma semana. 

 

Como diria o outro: Conhece-te a ti mesma!

Destralhado da semana

Esta semana decidi preparar a entrega da declaração de IRS e como tal decidi atacar os arquivos e documentos de despesa. Escrevi sobre isso no Diário das Minhas Finanças Pessoais, se vos interessar. 

 

Aproveitei também por ir destralhar a casa dos meus pais, pois era lá que guardava ainda 4 caixas de arquivo com arquivo da contabilidade e profissional.  

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Uma das caixas tinha os arquivos das declarações de IRS, recuava 2001. Dedidi destruir tudo que fosse anterior a 2005. Uma das coisas que tenho de confirmar, é precisamente se, tratando-se de trabalho independente, tenho de guardar durante 4 ou 10 anos, apesar de ter estado apenas com o regime simplificado. Nota mental: tratar disso.

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Como, agregando todas as informações nos papéis ficariam com NIF, BI, nome, morada, nº de conta bancária, etc..., optei por queimar em vez de reciclar (uma das coisas que destralhei foi, precisamente, a destruidora de papel, se se recordam).

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Os envelopes foram, naturalmente, reaproveitados para os anos mais recentes.

 

E assim, a minha capa de recibos 2016 está vazia e pronta a ser o arquivo rápido cá de casa. 

 

Uma coisa ficou clara, porque tenho optado por pagamentos anuais e recibos digitais, o papel é cada vez menos. Mais, foi interessante perceber que tenho muito menos a quem pagar, já que terminei muitos dos serviços que tinha anteriormente.