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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

Eu não sou minimalista (definitivamente)

Definitivamente não sou uma minimalista nem pretendo ser. Eu gosto das minhas coisas. Não questiono o estilo de vida minimalista, mas simplesmente (ou pelo menos na sua versão mais pura) não será para mim. Ou simplesmente estou demasiado sugestionada pelas imagens que são transmitidas do minimalismo com sendo um "mínimo de coisas" atingido e não um progresso, um caminho.

 

O meu objectivo sempre foi simplificar as coisas: encontrar objectos quando preciso deles, remover os excessos (para que não ocupem espaço precioso numa pequena casa e para que não tenha de os limpar), ter mais espaço para o que gosto e preciso.

 

Não é pouco. Pensei que fosse simples, mas não é. Comecei há mais de um ano e sinto que ainda estou longe de terminar (mas definitivamente mais perto). Sempre disse que isto é uma maratona e não um sprint. Um passo de cada vez.

 

Ultimamente tem sido mais uma corrida de obstáculos que tem determinado os soluços no blog. Lamento.

 

Serve este momento para uma reflexão pessoal sobre o destralhar. Destralhar tem-me ajudado a organizar COISAS, mas não é panaceia para tudo que é a nossa vida. E por vezes sinto que é transmitido dessa forma. Se alguma vez sentiram isso nas minhas palavras, não foi essa a minha intenção.

 

Destralhar tem melhorado alguns aspectos da minha vida. Com menos coisas e mais organizadas sinto que tenho mais controlo sobre a casa - SOBRE A CASA - não sobre a vida. Tenho poupado imenso porque considero com mais cuidado o que compro e se é necessário comprar.

 

Mas a vida não estava e não está nas coisas.