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Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar

Plano B da Vida

Destralhar: 09-07-2012

Hoje voltei às revistas e livros de culinária. Deixei para trás as culpas sentidas por ter deixado o projecto a meio (iniciado a 28 de Março). E fi-lo porque me obriguei a recordar que tenho vida profissional e pessoal para além da casa e, acima de tudo, que metade do projecto está concluída.


 


Com efeito, abraçando os recuos na mesma proporção dos sucessos, consegue-se muito. Isto porque, é nos recuos que está muito da reflexão, do que se adequa ou não a nós, do ajustar, da constatação do que é preciso melhorar.


 


E por isso, olhei para trás e percebi o que consegui: reunir nas três prateleiras todos os livros e revistas de culinária que possuo. Ou seja, o primeiro objectivo


 


E mais, começo a perceber que há espaço para concluir o segundo objectivo. Mas antes, há que começar a pensar no sistema a adoptar, para organizar as receitas. Mas isso, é para as férias, quando o tempo disponível for maior. Para já, é destralhar, destralhar, destralhar.


 


 


 


Destralhar: 08-07-2012

Eu tenho bastantes materiais de manualidades. Gosto em particular de fazer acessórios de cabelo para as miúdas. E a julgar pelo preço de uns travessões de cabelo da Barbie, parece-me uma actividade útil. 


 


Mas nem sempre a intenção acompanha o projecto e os materiais acumulam-se. Um exemplo, são os travessões simples para forrar a feltro. Tenho bastantes. 


 


Inspirada no trabalho da Pink Lemonade, decidi passar a tarefa para a miúda pré-adolescente. Bastou um bocado de cartão de uma caixa de bolachas, um exemplo do trabalho a realizar e está feito... Ela fez questão de adiantar que tinha verniz com brilhantes. E eu pensei: brilhante!


 


Pegar nos materiais e organizar uns kits de manualidades para as férias do verão é uma ideia que irei explorar. 


 


 



 


Destralhado: 6 objectos mais o trabalho de o concretizar.

Destralhar: 07-07-2012

A foto vem com um dia de atraso mas o trabalho foi atempado. Não só destralhei como já doei as todas as "tralhas" e ainda consegui que a minha mãe também destralha-se (um milagre, asseguro-vos).


 


 


Pois é, decidi fazer uma primeira triagem às minhas carteiras, bolsas e bolsinhas. E na foto nem estão todas. Numa fase em que fazia compras de roupa por catálogo, acumulei uma colecção de carteiras, malinhas e maletas diversas. De pouca qualidade, o que seria de esperar, embora com uma boa relação qualidade/preço - o preço sendo €0. Ainda as pastas de congressos e carteiras "especiais" para usar com AQUELA peça de vestuário (que aliás nunca utilizam). 


 


Por exemplo, a bolsa bordeaux que vêm é gira que se farta, mas aberta e minúscula. Seria para eventos especiais aos quais não vou. Resultado, que a utilizava frequentemente eram as minhas sobrinhas para brincar. 


 


A carteira branca para o verão. Descobri que não gosto de carteiras brancas. Não me perguntem porquê.


 


Em suma, descobri que o meu perfil é de uma utilizadora de poucas carteiras. Prefiro ter duas ou três de cores básicas - preto, castanho, azul - que podem ser utilizadas com a generalidade do vestuário.


 


Se precisar de uma para alguma ocasião especial, tenho pelo menos duas pessoas que certamente me emprestarão uma carteira por um dia. Assim, consigo dois benefícios: não gastar dinheiro e não ocupar espaço com uma carteira que não voltarei a usar.


 


Na foto estão apenas 5, mas na verdade foram 7. E juro, que foi só o mais evidente de uma prateleira. As carteiras terão cenas dos próximos capítulos.